segunda-feira, 16 de agosto de 2021
O Ambiente Escolar em Transformação
terça-feira, 6 de julho de 2021
Texto publicado: O dia que o audiovisual invadiu a aula de geografia e (des)norteou o cinema
O dia que o audiovisual invadiu a aula de geografia e (des)norteou o cinema
Resumo
Nosso intuito, neste texto, é apresentar os resultados de um estudo realizado pela Rede internacional de pesquisas “Imagens, geografias e educação” acerca de como professoras/es de geografia relacionam cinema e práticas docentes. Valemo-nos de parte das respostas desse estudo para ponderar como materiais cinematográficos e audiovisuais são empregados nas ambiências escolares. Relacionamos tais ponderações com macrodiretrizes do setor audiovisual brasileiro e observações acerca do uso corriqueiro do audiovisual em nossas vidas na contemporaneidade. Nossa hipótese de trabalho é que o encontro entre geografia, cinema, audiovisual e educação acontece numa fronteira tênue, especialmente no contexto da sociedade educativa – epicentro de um modo de vida alicerçado no aprendizado vitalício, que tem nos materiais audiovisuais uma de suas grafias fulcrais. Para esquadrinhar essa hipótese, articulamos quatro peças discursivas por meio de uma análise micropolítica, e, concluímos que, a partir do referido encontro, haveria algo de paradoxal em torno do que viria a ser o sentido e o não-sentido na educação geográfica. O sentido costuma ser entabulado, na esteira das pedagogias construtivistas, à axiomática de que, para aprender, é condição sine qua non, despertar o interesse dos estudantes para algo ou alguma coisa. O não-sentido seria o oposto disso, ou seja, acontecimentos rotineiros que, ao atravessarem e modificarem as dinâmicas do tecido social, adentrariam as aulas de geografia, embaralhando as fronteiras entre o cinema e o audiovisual.
DOI: https://doi.org/10.20396/etd.v23i2.8661484
Palavras-chave: Educação, Cinema, Audiovisual, Ensino de geografia, Mudança social e educação
PDF com o texto completo: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8661484/26706
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quinta-feira, 15 de abril de 2021
Essay: The pixel fever (Ensaio: A febre do pixel)
GONÇALVES, Ingrid Rodrigues; CAZETTA, Valéria. The Pixel Fever. Management & Public Policies Journal, [S. l.], v. 10, n. 1, p. 104-116, 2020. DOI: 10.11606/rgpp.v10i1.176273. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rgpp/article/view/176273. Acesso em: 15 apr. 2021.
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
Parabéns, Igor Gabriel!
Essa foto, feita no final do ano de 2016, registra um momento curioso, pois eu estava finalizando a graduação e ele estava prestes a ingressar no ensino superior...
Quando ele nasceu eu tinha 13 anos de idade e muitas histórias para contar. Na época eu jogava basquete em categorias de base, desde os 10 anos. Um semestre depois dele nascer nos mudamos para Jundiaí. Eu fui primeiro, fiz alguns testes e passei no processo de ingresso do time da cidade. Passei alguns anos jogando basquete nesse time. Mas, antes disso, morei por um semestre em Curitiba, para onde fui especialmente para ajudar nos cuidados de meu irmão recém chegado ao mundo. Naquela época nossos pais estavam trabalhando no Paraná e eu morava em São Paulo com meus avós.
Quando o Igor nasceu, todos os planos foram redirecionados. Pausei por um tempo a trajetória "basquetebolística" e rumei para a capital paranaense para auxiliar nos cuidados dele. Minha mãe sempre lembra saudosa daquela época quando revisita os álbuns fotográficos montados por ela ao longo dos anos com fotos nossas.
Adoro quando ela abre esses álbuns e me manda fotos via mensagens de whatsapp. Muitas vezes estou submersa em meio ao turbilhão da correria cotidiana e chega uma foto dessas nas mensagens que ela envia. Curioso isso, pois nossos pais sempre gostaram de fotografia. Nosso pai de tirar fotos e de ler sobre a história da fotografia. Nossa mãe, além disso, sempre gostou de montar álbuns fotográficos, principalmente quando o suporte padrão fotográfico era a película. Havia todo um ritual envolvido no processo de levar os negativos para revelar, sentar à mesa, escolher as fotos que "valiam" e aquelas que não tinham ficado tão boas assim. Com essas últimas ocorria um outro processo também divertido, pois ou ficávamos tentando entender o que havia dado "errado" no tal clique ou caíamos no riso, de modo que essas fotos "erradas" acabavam sendo as mais "certas" de todo o processo, rs. Observando e vivendo essa paixão deles pelas imagens, desde muito cedo me interessei por fotografia e também por cinema. E o Igor, percebo, também gosta bastante desse universo imagético/audiovisual.
O nome dele, pelo que lembro, foi escolhido por nossa mãe e por mim. Igor foi uma sugestão minha. Ela, que sempre foi muito religiosa, queria um nome bíblico para o rebento. Daí "Gabriel", o nome de um anjo para simbolizar a alegria que seu nascimento significava para ela.
Muitas mudanças aconteceram ao longo dos anos em nossas vidas. Por diversos motivos, dentre eles alguns probleminhas que tive nos dois joelhos decorrentes do basquete, ao completar 17 anos decidi que ao invés de seguir com o esporte, concentraria meus esforços nos estudos. Cursei Comunicação Social por um tempo, mas não finalizei o curso... A vida deu muitas e muitas e muitas voltas. Nunca parei de estudar, mas acabei retomando os estudos acadêmicos em 2012 ao ingressar no bacharelado em Gestão de Políticas Públicas na EACH-USP.
Foi uma alegria imensa quando soube que o Igor tinha passado no vestibular e iria ingressar no curso de Geografia da FFLCH-USP. Eu estava toda "irmã coruja"... Foi justamente aí, nesse momento que circunda o registro dessa foto.
Parabéns, Igor Gabriel! Muitas alegrias! Muitos e muitos anos de vida!
De sua irmã,
Ingrid.
segunda-feira, 19 de outubro de 2020
Ensaio publicado - Revista Gestão & Políticas Públicas (USP)
Ensaio publicado na Revista Gestão & Políticas Públicas:
"Notas Sobre Interdisciplinaridade, Implementação e Construção de Problemas em Políticas Públicas"
(clique aqui para acessar o texto)
RESUMO: Nesse texto, dialogamos com uma questão disparadora, a qual faz parte do cotidiano administrativo de organizações públicas e privadas: deferir ou indeferir? Partimos dessa questão e deslocamos a discussão, para pensar com elementos do Campo de Públicas, área de pesquisas e atuação na qual há modos diversos de pensar o planejamento, a formulação e a implementação. Buscamos indagar como peculiaridades, vulnerabilidades, convergências, divergências, dentre outras características não elencadas previamente nos planejamentos, poderiam ser consideradas da formulação à implementação de políticas públicas. Destacamos a importância da interdisciplinaridade, da implementação, dos efeitos dos processos decisórios e das singularidades locais para delinear planos e problemas em políticas públicas. Nesse texto, trazemos notas acerca do que pensamos tratar-se de um modo de pensar as políticas públicas que faz as fronteiras “dançarem”, que constrói territórios entre, no qual “bailam” estruturas e movimentos, objetivos préviose contingências, visando proposições “transfronteiriças”, afeitas ao bem-estar coletivo e ao respeito às diferentes dinâmicas e culturas locais.
Palavras-Chave: Políticas Públicas; Interdisciplinaridade; Implementação; Ação Pública; Campo de Públicas.
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GONÇALVES, I. R. Notas Sobre Interdisciplinaridade, Implementação e Construção de Problemas em Políticas Públicas. Revista Gestão & Políticas Públicas, [S. l.], v. 9, n. 1, p. 1-15, 2019. DOI: 10.11606/rgpp.v9i1.157239. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rgpp/article/view/157239. Acesso em: 19 out. 2020.
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Imagem dessa postagem de Karolina Grabowska por Pixabay
quinta-feira, 17 de setembro de 2020
Texto publicado na Revista Gestão & Políticas Públicas (USP): "Educação profissional, gestão pública e meio ambiente: tópicos interdisciplinares sobre produção de energia limpa e renovável"
Texto publicado na Revista Gestão & Políticas Públicas:
Está no ar o número 8(1) da Revista Gestão & Políticas Públicas, organizada pelo Prof. Alessandro Silva. 😍 Participo com o texto "Educação profissional, gestão pública e meio ambiente: tópicos interdisciplinares sobre produção de energia limpa e renovável".
Link para acessar: https://www.revistas.usp.br/rgpp/issue/view/10831
Resumo: A utilização de energia hidráulica para tracionar atividades humanas não é um assunto do contemporâneo. Os primeiros moinhos movidos a água, datam do século II a.C. Nos dias de hoje, o aproveitamento da energia das águas é buscado visando produzir energia elétrica. Trataremos aqui de duas maneiras de produzir energias limpas e renováveis por meio dos oceanos: maremotriz e ondomotriz. Nosso objetivo geral é abordar tópicos interdisciplinares dessas fontes energéticas. Esse trabalho foi produzido no contexto de um grupo de trabalho visando cumprir uma atividade solicitada pelo Curso de Formação Pedagógica Para Educação Profissional De Nível Médio, do Centro Paula Souza. Organizamos nas referências, todos os materiais consultados. Apresentamos a construção inicial de uma personagem denominada Ondinha, que pode vir a compor atividades em sala de aula produzidas por outros professores e professoras. Assim, pensamos ser possível amplificar as discussões aqui apresentadas para explanações acerca de componentes curriculares variados, relacionadas, por exemplo, às políticas públicas, legislação, sustentabilidade, meio ambiente, etc. Pensamos que tal proposta também pode vir a ser utilizada em cursos de graduação, tendo em vista a importância e a amplitude das discussões que esse tema pode propiciar. Por isso, esperamos que as discussões aqui empreendidas não se encerrem nessas linhas, mas, que a partir delas, multipliquem-se.
Palavras-chave: Interdisciplinaridade, Educação, Políticas Públicas, Energia Maremotriz, Energia Ondomotriz, Meio Ambiente.
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Para saber mais sobre as energias Maremotriz e Ondomotriz, veja esse vídeo de 4 minutos
Para acessar o texto completo:
https://www.revistas.usp.br/rgpp/article/view/157398/163432
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terça-feira, 15 de setembro de 2020
Participação no debate Fotografação: suas políticas e poéticas
Hoje participei como mediadora do debate Fotografação: suas políticas e poéticas!
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A gravação do debate está disponível no YOUTUBE e também no FACEBOOK!
Programação: Lauro Escorel (cineasta, diretor do filme Fotografação); Valéria Cazetta (pesquisadora e professora da EACH-USP); Fabiana de Amorim Marcello (pesquisadora e professora da FACED-UFRGS); Mediação - Ingrid Rodrigues Gonçalves (professora da ETEC Cepam)
Texto usado para divulgação nas redes sociais, com os links diretos para acessar a gravação no youtube e facebook:
Como podemos pensar conexões entre educação, cinema e audiovisual na atualidade?🤔 Assista a esse debate imperdível!! 😍 Fotografação: suas políticas e poéticas. 15/09, às 19h.
Ao vivo nas redes sociais da ETEC Cepam!
😎Mais informações: bit.ly/debatefotografacao
Acesse a transmissão ao vivo nas redes sociais da ETEC Cepam:
Youtube: https://youtu.be/AN5G7xlR700
Facebook: http://facebook.com/EtecCepam/posts/3446387235444202
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/eteccepam
#debatefotografacao #EtecCepam
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sexta-feira, 3 de julho de 2020
Vó Luzia
Hoje minha avó Luzia se foi. Uma mulher de fé. A última de meus avós.
Vó Luzia. Era assim que eu a chamava. Por um tempo apenas eu a chamei assim. Todos da família sempre a chamaram de "Mamãe". Uma alcunha que sempre indicou amor e zelo. E também o quanto todos a respeitam e admiram. Alguns anos depois, meu irmão, que nasceu quando eu tinha 13 anos, também adotou esse jeito de chamar pela avó...
Ainda quando criança, eu disse a ela: "Vó, não consigo te chamar de Mamãe... você é minha avó, gosto de te chamar assim... minha vó Luzia..." Após dizer isso e obter a aprovação da matriarca, segui chamando-a assim. Sempre que nos falávamos isso era pauta da conversa por alguns minutos...
Ela morava em Minas Gerais, onde reside parte de minha família. Amada e respeitada por todos nós. Está sendo bem difícil digerir essa notícia...
Sempre digo que quando as pessoas queridas se vão elas permanecem vivas em nossas memórias, e, naquilo que restou em nós das intensidades que compartilhamos com elas. Para mim, minha vó Luzia permanece viva nessas intensidades, nessas lembranças e nas recordações dessas miudezas de vida que agora pulsam tal como fagulhas e flashes... tal como um filme...
Hoje, esse filme está passando bem à minha frente, repetidas vezes... flashes de retina, imagens em movimento e a movimentar essas lembranças que mantém minha avó viva em mim...
terça-feira, 28 de janeiro de 2020
delicadeza
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
Texto publicado: Diálogos com a chama viva dos arquivos mortos
Acesso via QR code, ou pelo link: https://drive.google.com/file/d/1umcB5SlQjWEKi7k8vQGYFH5v-2VcB3X-/view
RESUMO
Palavras -chave: Arquivo. Arquivo morto. Arquivo vivo. Educação. Cinema.
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quarta-feira, 12 de junho de 2019
Encontro Cinema, Poética e Educação
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